História de Dona Beja

Ana Jacinta de São José, mais conhecida como Dona Beja, por este compará-la à doçura e beleza da flor beijo (denominação popular do hibisco). Nasceu em 1800, no município de Formiga-MG e teve um único irmão chamado Francisco Antônio Rodrigues.

Dona Beja chegou em Araxá no ano de 1805, com sua mãe e seu avô. Seu pai nunca foi conhecido. Ao crescer, tronou-se uma das mais bonitas mulheres da região, por este motivo,durante toda a vida, Dona Beja irritou mulheres e encantou os homens.

Era apaixonada por Antônio Sampaio, um fazendeiro da região, mas aos 13 anos foi raptada pelo ouvidor da corte, Dr. Joaquim Inácio Silveira da Motta, que ficou fascinado com a sua beleza e chegou a matar seu avô, quando tentou impedir o rapto da neta.

Beja foi levada para Vila do Paracatu do Príncipe, cidade a 350 quilômetros de Araxá e, que na época, pertencia ao Estado de Goiás. Lá permaneceu por dois anos, sendo amante do ouvidor.

Denúncias de que ele teria assassinado o avô de Dona Beja levaram o ouvidor a pedir a integração da parte de Goiás ao território mineiro, pois tinha boas relações com o governador de Minas e não com o de Goiás. Dessa história surgiu a tese de que “A beleza de Dona Beja era tão extraordinária que modificou o mapa do Brasil”. No ano de 1816 a área de Goiás foi integrada à de Minas Gerais e hoje a região é conhecida como Triângulo Mineiro.

Sem conseguir abafar o assassinato do avô de Beja, Dr. Joaquim Inácio Silveira da Motta foi transferido para o Rio de Janeiro a pedido de Dom João VI e foi nesta época que Dona Beja conseguiu voltar para Araxá, cidade onde foi criada.

Ao retornar para São Domingos do Araxá, Beja encontra um ambiente hostil. A conservadora cidade não a via como vítima, mas como uma mulher sedutora e de comportamento duvidoso, sendo assim, tornou-se uma pessoa indesejada e marginalizada pela sociedade. Era uma pessoa rica, poderosa e tornou-se a maior personalidade da região.

Após descobrir que seu antigo amor havia casado com outra, decidiu criar um refinado bordel chamado Chácara Jatobá, que possuía vastos salões para festas e recepções, foi construída ao estilo colonial e cercada de árvores.

Dona Beja deitava a cada noite com um homem diferente, se este lhe pagasse bem, mas à condição de poder decidir com quem dormir. Ela se tornou célebre, atraindo homens das regiões mais remotas, para conhecer seus encantos e esses a cobriam de dinheiro, jóias e pedras preciosas.

Reza a história que, quando dormia com homens que selecionava na Chácara jatobá, Beja juntamente com seu fiel amigo Fortunato (Boticário da época) criava certas poções, conhecidas como o “remédio do sim ou não”. Quando Beja não queria dormir com certo homem, mas a riqueza do mesmo a encantava, ela colocava na sua bebida a poção do “não” e isso fazia com que o homem não conseguisse manter relações com Beja, assunto que não saía do quarto, já que os homens teriam vergonha de confessar o fato, e Beja recebia pela noite como se tivesse se consumado, já a poção do “sim” era justamente o contrário.

A lenda fala sobre a existência de uma “fonte jumenta”, que tinha uma água miraculosa que concedia juventude, saúde e beleza a Beja, onde ela se banhava todos os dias.

Dona Beja nunca se esqueceu de seu amor por Antônio Sampaio que, certa noite, movido pela embriaguez, invadiu a Chácara Jatobá e ela terminou por escolhê-lo. Dormiu com ele e engravidou de Tereza Tomázia de Jesus, sua primeira filha.

Ao contrário do que se pensa, a história dos dois não terminou em romance. Antônio foi assassinado a mando de Beja, por ter sido mandante de uma surra que tomou de dois negros, que a tocaiaram em uma estrada. Dona Beja ficou muito machucada e demorou meses para se recuperar, foi á justiça responder pelo assassinado, mas foi libertada graças a ajuda dos seus fiéis amigos.

O advogado João de Mendonça foi o segundo amor de Beja e com ele teve a segunda filha, Joana de Deus de São José, nascida em 1838.

Mesmo sendo uma mulher analfabeta e mãe solteira, Dona Beja alcançou uma posição social intensamente favorável. Isso porque foi proprietária de um sobrado por ela construído em torno de 1830, na antiga Praça da Matriz, lugar onde se concentrava a Igreja, a Câmara e as melhores residências da então Vila do Araxá. Outras provas do seu prestígio são os escravos que possuiu, assim como a propriedade rural Chácara do Jatobá. Além disso, casou suas filhas com membros da elite local.

Por volta de 1850, Dona Beja mudou-se para Bagagem (hoje Estrela do Sul), estimulada pelo desejo de ali encontrar diamantes. Naquele momento Araxá passava por uma fase de estagnação econômica.

Ela passou a morar em uma casa grande, com senzala nos fundos, onde ficavam os escravos. Dona Beja chegou a tocar garimpo e ganhou muito dinheiro com os diamantes que encontrou.

Dona Beja, ao lado da filha Joana, do Genro Clementino e dos netos, estabeleceu raízes naquela cidade, até sua morte, em 1873.

Nesse período participou financeiramente da construção de uma obra pública, a ponte do rio Bagagem. Em 1873 solicitou a municipalidade o ressarcimento do dinheiro por ela empregado na referida obra.

Em 1869 fez o seu testamento cujo teor demonstra, sobretudo, a personalidade de uma mulher não mais possuidora de muitos bens, no entanto, inteiramente dedicada à religião católica.

A partir da década de 1920, quando o Barreiro se transformava em função do seu aproveitamento como estância hidromineral, a antiga fonte radioativa começava a ser chamada informalmente de Dona Beja. Com o apelido ela tornou-se mundialmente conhecida.

Fonte Dona Beja

Fonte Dona Beja

Vários autores escreveram romances e livros históricos sobre a personagem, que foram adaptados para novela, samba-enredo, peça teatral e roteiro de cinema.

Sua inegável existência histórica e comprovada por documentos, fortalecida pelo mito, justifica o nome do Museu Histórico de Araxá e da Fonte de Água Radioativa do Barreiro.

Museu Dona Beja – Em Restauração (reabertura em 30/06/2019)

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Isabel Sbrogio

 

 

A história de Araxá – MG

Araxá é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado na mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Parnaíba.

O primeiro povoado da região nasceu em Desemboque, distrito de Sacramento, onde havia muito ouro para ser explorado.

Com a decadência da mineração, esses moradores saíram à procura de novas terras e pastagens propícias para a pecuária e entre 1770 e 1780, surgiram as primeiras fazendas na cidade de Araxá.

A descoberta da fertilidade da terra e do sal mineral nas águas do Barreiro fez o povoado se intensificar e em 1791 foi criada a Freguesia de São Domingos do Araxá e nomeado o primeiro vigário.

Aos poucos, em torno da igreja, foi-se delineando a Praça da Matriz, ladeada por casarões e sobrados. Partindo da praça, becos e ruas aos poucos ganharam espaço e, em dezembro de 1811, a Freguesia de São Domingos do Araxá desmembrou-se do julgado de Desemboque. A partir de janeiro de 1812, começou a exercer jurisdição civil e criminal, possuindo seu Juiz Ordinário.

Igreja Matriz São Domingos

Em 1816, o Sertão da Farinha Podre (Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), anexado desde 1766 a Capitania de Goiás, retornou à Jurisdição de Minas Gerais, graças ao movimento dos moradores do julgado de Araxá e Dona Beja – mas vamos falar mais sobre ela em outro post.

Em 1819, quando da sua passagem por Araxá, o naturalista francês August de Saint Hilaire, mencionou existir em Araxá uma praça, 72 casas e apenas 2 sobrados. Um ano depois o vigário Francisco José da Silva registrou 117 casas e seis mil habitantes no Julgado, fazendo assim com que Araxá fosse elevada à Vila.

Em 1865 recebeu o título de Cidade, após a decidida participação dos araxaenses na Guerra do Paraguai, em 1889 foi criado um Conselho de Intendência, que substituiu a Câmara Municipal até a consolidação do novo regime. Finalmente, em 1915, foi criada a Prefeitura, após acordo firmado entre o Governo do Estado e a Câmara Municipal. Segundo este acordo, a Câmara cedeu ao Estado os direitos às Fontes do Barreiro, e este criou a Prefeitura de Araxá.

A pecuária foi a atividade econômica que determinou o crescimento de Araxá. O sal das águas minerais e a qualidade das pastagens da região foram fatores fundamentais para o seu desenvolvimento. Foram estas águas que determinaram o surgimento do Turismo na região, como a segunda atividade econômica do município, após a divulgação de suas propriedades terapêuticas no final do século XIX. O auge do turismo ocorreu nas décadas de 1940 e 1950, depois da construção do Complexo Termal do Barreiro, o município integra o circuito turístico da Canastra.

Tauá Grande Hotel – Termas de Araxá

 

 

 

 

 

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Isabel Sbrogio

 

 

 

 

O Jardim da Tumba

Quando falamos sobre o local onde Jesus teria sido sepultado, logo pensamos que trata-se da igreja Santo Sepulcro, o que a maioria não sabe é que existe um outro lugar que, possivelmente, pode ter abrigado o corpo de Jesus Cristo até a sua ressurreição.

 

O Jardim da Tumba

 

Atualmente o local oficial, onde Jesus teria sido crucificado, morto, sepultado e ressuscitado, está dentro da Cidade Velha de Jerusalém. Trata-se da igreja do Santo Sepulcro, que foi fundada no início do Século IV, na época do Imperador Constantino. No entanto, por mais de 200 anos alguns estudiosos tem questionado se este seria realmente o lugar dos eventos narrados nos Evangelhos.

Muitos cristãos acreditam que o Jardim da Tumba pode ter sido o jardim de José de Arimatéia, no qual Jesus foi sepultado após a sua crucificação, isso porque, de acordo com algumas narrativas encontradas nas escrituras, Jesus foi sepultado fora da cidade de Jerusalém.

 

Santo Sepulcro e Jardim da Tumba

Cidade de Jerusalém circulada em amarelo. Igreja Santo Sepulcro e Jardim da Tumba circuladas em vermelho.

Segundo as escrituras, Jesus teria sido crucificado em uma colina chamada Calvário ou Gólgota. O termo significa “caveira”, referindo-se a uma colina que contêm uma pilha de crânios ou a um acidente geográfico que se assemelha a um crânio.

O Novo testamento descreve o Calvário como “perto de Jerusalém” (João 19:20) e fora das muralhas da cidade (Hebreus 13:12). Isso está de acordo com a tradição judaica, em que Jesus foi também enterrado perto do lugar de sua execução.

Naquele tempo as crucificações eram realizadas, geralmente, próximo as vias mais movimentadas, com o intuito de desestimular potenciais rebeldes que agiam contra o sistema. Este local estaria situado exatamente no ponto de encontro das principais vias, que conduziam á Jericó e Damasco. A Bíblia diz que Jesus foi conduzido para fora da cidade, levando a sua própria cruz, para o “lugar da caveira” (Gólgota em Aramaico e Calvário em Latim), onde foi crucificado com dois ladrões, sob a vista de uma multidão que zombava e de outros passantes que lançavam insultos sobre ele.

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O General Charles Gordon se tornou o maior expoente da idéia de que esta pedreira (agora uma estação de ônibus) poderia ter sido o local da crucificação de Jesus. Atualmente ninguém pode afirmar com certeza, mas é no mínimo curiosa a semelhança com um crânio humano, esculpido sobre a face da rocha. A fotografia mostra como a imagem parecia no final do Século XIX.

Colina da Caveira _ Israel

Colina da Caveira

 

Imagem da Caveira

Imagem da Caveira

A Bíblia também diz que “no local onde Jesus foi crucificado havia um jardim e  no jardim um novo túmulo, em que ninguém ainda havia sido sepultado”. (João 19:41).

Este túmulo (e presumidamente também o jardim) pertenciam a José de Arimatéia, um discípulo secreto de Jesus, a quem foi dado permissão especial para sepultar o corpo de Jesus antes do ínicio do Sábado Judaico.

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Neste jardim encontra-se um dos maiores reservatórios de águas pluviais (água da chuva) já encontrados em Jerusalém. Esta cisterna possui uma capacidade para armazenar mais de novecentos mil litros de água. Em sua forma atual, data do tempo das Cruzadas, no entanto, uma versão anterior da cisterna pode ter sido usada no primeiro século, indicando evidências de um pomar, tal como uma vinha, nos tempos de Jesus.

No jardim existe um lagar muito bem preservado, onde as uvas eram pisadas para a produção do vinho. Este lagar foi escavado em 1924 e é um dos maiores já encontrados em Israel. Sua descoberta sugere que o jardim era originalmente uma extensa vinha, possivelmente o jardim de um homem muito rico, O Jardim de José de Arimatéia.

O antigo Lagar

O antigo Lagar

O túmulo foi descoberto em 1867. Infelizmente sua entrada foi danificada, possivelmente por um terremoto e foi reparado com blocos de pedra. A datação exata do túmulo ainda é contestada, no entanto, percebemos que todas as características mencionadas na narrativa bíblica a respeito da tumba de Jesus podem sem notadas neste lugar.

A bíblia relata que o túmulo foi escavado na rocha, não era uma caverna natural (Mateus 27:60) e que foi selado com uma grande pedra rolante, assim como conseguimos perceber pelo canal que existe na frente da porta. E o que eu achei surpreendente: O local do sepultamento é no lado direito do túmulo (Marcos 16:5) e teria sido visível do exterior (João 20:5).

Parte interna do túmulo escavado na rocha

Parte interna do túmulo escavado na rocha

Nos anos posteriores o túmulo foi provavelmente utilizado para o culto cristão, no período Bizantino. Há indicações de uma estrutura de capela, bem como duas cruzes, uma das quais está localizada dentro do túmulo.

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Apesar de todos os detalhes se encaixarem dentro das narrativas dos 4 Evangelhos, não existe nenhuma prova definitiva de que este seria o local da crucificação, sepultamento e ressurreição de Jesus.

Mas o verdadeiro lugar tem menos importância do que aquilo que ele representa.

Eu realmente me senti privilegiada por reviver um momento tão importante, um marco para a história da humanidade.<3

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“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).

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“Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.” (1 Pedro 2:24)

 

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Até breve. 🙂

Isabel Sbrogio

 

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E que não seja eterno

É engraçado como percebemos tudo o que aprendemos ao longo das nossas vidas, quando paramos por um instante e olhamos para trás.

 

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Até os meus quatro anos de idade eu achava que tudo era eterno: a minha família, os meus amigos, a minha professora da escolinha… Já pensava que um dia eu teria um grande amor e que este também seria eterno.

Pena que eu não demorei muito para descobrir que as coisas não funcionam bem assim.

Um dia cheguei da escola e não encontrei a minha cachorrinha. A princesa foi brincar com um fio elétrico e morreu.

Os meus pais não me contaram, disseram que ela tinha ido ao veterinário para tomar uma vacina, na esperança de tentar encontrar um cachorrinho parecido para colocar no seu lugar. Mas o plano não funcionou e eles tiveram que me contar.

Fiquei quatro dias sem comer direito, todas as noites eu olhava para as estrelas e rezava para ela, até que um dia eu ganhei uma nova cachorrinha (que inclusive era irmanzinha da princesa).

Apesar de saber que ela não era a mesma chachorrinha, percebi que eu podia amá-la e decidi colocar o nome dela deeee…. princesa! (aiai 🙂 rs )

_Tá bom, falei para os meus pais: _ princesa dois! 😛

As crianças são sábias, não tem referências e não ficam remoendo a vida, apenas seguem em frente.

 

Não sei porque vivemos a fantasia de achar que tudo nos pertence e quando as coisas se vão, temos a sensação de que as perdemos, mas na verdade, nada nos pertence, tudo é emprestado.

Não se iluda ao pensar que sempre terá os seus pais ao seu lado, nunca espere para viver um grande amor, pois não sabemos quanto tempo temos e quando teremos que devolver o que nos foi emprestado.

Deixe de lado este medo de morrer, pois essa é única certeza das nossas vidas.

Aprenda a se sujeitar. O que eu percebo hoje é que existem muitas pessoas querendo se relacionar, mas nenhuma realmente disposta a isso.

Eu sei que é difícil abrir o coração para o mundo, principalmente se você já o fez uma vez, mas talvez você não tenha enxergado a situação por um outro ângulo.

Queira verdadeiramente as coisas, como se não houvesse amanhã, pois nós realmente não sabemos se haverá.

Não deixe de viver por medo do que pode acontecer lá na frente.

 

Lembro do dia em que eu fiz uma trilha, lá nas Colinas de Golã, em Israel. Paramos no meio do mato, o instrutor pegou uma garrafa de café e começou a servir à todos dizendo: _ A nossa meta é chegar naquele castelo, e apontou com o dedo, mas quero que saibam que o mais importante não é o nosso objetivo e sim o nosso percurso, pois é ele que vai determinar se a nossa caminhada valeu a pena ou não.

 

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Quando escutei aquilo eu pensei em toda a minha vida, não sei se serei bem sucedida até o fim, se vou me casar ou ter filhos, qual será o meu próximo destino, só sei que o meu caminho precisa valer a pena.

 

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E que não seja eterno, mas que seja memorável! Se não para mim, para aqueles que ficarem… assim como aconteceu com a princesa.

 

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Isabel Sbrogio

A arte de viajar sozinho

Eu nunca gostei de viajar sozinha, achava perigoso e chato, sempre pensei que estar com alguém seria mais divertido. O problema é que eu nem sempre encontrava alguém para viajar comigo e muitas vezes tive que optar entre abortar o plano da viagem ou acabar pagando para alguém me acompanhar.

Mas o que fazer quando estamos definitivamente sós e cheios de vontade de descobrir o mundo?

 

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A verdade é que sempre pensamos nas desvantagens de viajar sozinho, mas nunca pensamos nas vantagens.

Algumas pessoas dizem ter medo de viajar sozinha pois, assim como eu, acham perigoso. Mas quando pensamos que o Brasil está entre os países mais violentos do mundo, concluímos que em alguns casos é mais perigoso ficar em casa do que viajar.

Depois de ter visitado vários países, dentre eles alguns julgados perigosos, sinto-me segura em dizer que são pouquíssimos os lugares capazes de nos dar de fato a sensação de insegurança, sendo nós brasileiros e morando em qualquer cidade grande do País.

O fato é que já temos o costume de nos precaver, observar o que acontece a nossa volta e ter um cuidado especial com a bolsa, carteira, celular, máquina fotográfica, carro, entre outros. O que dificulta ser surpreendido por algum fato.

Acredito que o melhor motivo para viajar sozinho é de ter o prazer em descobrir a sensação de liberdade.

Viajar sozinho permite que você dite o seu tempo. Você não precisa comer se não estiver fome, pode comer onde quiser, na hora que quiser, como quiser. Pode voltar no mesmo lugar várias vezes, caso tenha gostado, ou pode simplesmente pular algum ponto turístico por não achá-lo tão importante assim. Quer tirar um dia para não fazer nada? Que seja feita a sua vontade! 🙂

Você já passou pela experiência de viajar com gente mal humorada? Que discorda de tudo o que você fala? Que fica 3 horas no banho e que está sempre atrasado?

Quem viaja sozinho não passa por isso! 😉

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, viajar sozinho não é sinônimo de solidão. Muito pelo contrário! Quando viajava com meus amigos eu ficava com eles o tempo todo e conhecia poucas pessoas, mas quando eu viajava sozinha, conhecia muita gente. Eu cheguei a mudar os meus roteiros de viagem por conta dos novos amigos e a minha lista de amizades multiplicava a medida em que eu chegava aos novos lugares. Lógico que, se você não quiser, poderá ficar sozinho por toda a viagem, mas ai vão algumas dicas para quem não gosta de solidão:

_ Hospede-se em um hostel, mesmo que em quarto privado, você vai conhecer pessoas do mundo todo que estão “sozinhos”, como você.

_Converse com os nativos da região, faça passeios em grupo e conviva com desconhecidos. Ao longo de um dia você certamente se identificará com alguém.

_Não fala bem inglês? (já falamos sobre isso em um post anterior – link) Existem países nos quais a população praticamente não fala inglês e isso nunca foi problema para os viajantes. Claro que, se você vai encarar sua primeira viagem internacional, é bom ter um conhecimento básico do idioma. Se não tem, por que não viajar pelo Brasil ou pelos nossos vizinhos? “Portunhol” é uma língua que todo brasileiro já nasce falando.

Existem vários “e se” que podem vir à sua mente. Com certeza a maioria tem solução. “E se eu ficar doente?”. Não se esqueça de contratar um seguro de viagem. “E se eu tiver problemas com segurança?”. É sempre bom ter em mãos os telefones da embaixada brasileira e da polícia turística local. “E se eu não gostar de viajar sozinho?”. Volte pra casa antes do tempo, você não é obrigado a ficar. Posso dar infinitos exemplos, mas são coisas muito pessoais e pontuais.

Mas se você ainda se sente inseguro, comece a viajar sozinho com o suporte de algum curso de férias, por exemplo. Os mais comuns são os de idioma fora do país, mas se você não pode ou não quer sair do Brasil, que tal umas aulas de mergulho em Ilhabela ou no Nordeste? Um curso de surf no litoral do Sul ou aulas de gastronomia em alguma cidade histórica?

Procure uma atividade que goste que com certeza você sentirá mais segurança e conhecerá muita gente legal.

E que esse “solitário” não lhe dê a impressão de solidão. Quando se viaja sozinho há um mundo inteiro esperando por você de braços abertos, a menos que não seja isso que você queira. Tem mais alguma dica? Compartilha nos comentários.

 

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Até a próxima!

Isabel Sbrogio

Kildare Village – Tour de compras em outlets

Quem disse que o dinheiro não compra felicidade não sabia onde fazer compras. 🙂

O Condado de Kildere (Cill Dara em irlandês) está localizado na região leste do país, na província de Leinster e sua capital é Naas.

Kildare

Famosa pela incrível temporada de corridas de cavalos, que acontecem nos meses de março a outubro,  incluindo todas as cinco corridas clássicas – the Irish Guineas Festival, the Dubai Duty Free Irish Derby, the Darley Irish Oaks and The Irish Field St. Leger. Kildere também é a cidade dos outlets e, é sobre isso que vamos falar neste post.

Kildare Village é um Shopping feito a céu aberto, com jardins no canteiro central, bons restaurantes, lojas lindas e bem equipadas, banheiros públicos bem limpos e gratuitos.

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O Shopping conta com 80 boutiques, incluindo Gucci, Armani, Louise Kennedy, Mulberry, Brooks Brothers, Hugo Boss, Guess, entre outros. Cada boutique oferece cerca de 60% de desconto, durante todo o ano.

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Também conta com uma gama de opções de restaurantes, que pretende atender a todos os tipos de gostos, podendo apreciar por exemplo uma comida italiana no L’Officina, ou experimentar um crepe feito com ingredientes orgânicos no Crêperie Angélie e, por último, tomar um café no Joe’s Coffe. São tantas boas opções que fica difícil escolher a melhor. 🙂

  

Então vamos a pergunta principal: Como chegar em Kildare Village?

1- Carro

Rodovia M7, Saída 13 via M7 e continue R415 até o seu destino.

2- Serviço de Shopping Express

Trata-se de um serviço de transporte de luxo, que parte do Centro de Dublin para o Village.

Acesse o Link para mais informações: https://travel.kildarevillage.com/en/guest-services/chic-travel/shop/packages

 3 – Trem

Saindo da estação do centro de Dublin (Dublin Heuston), você levará em torno de 35 minutos para  chegar em Kildare. Também existem trens saindo de Cork e Limerick. Na saída da estação você encontrará um serviço de transporte complementar, que o levará da estação até Kildare Village.

Acesse o site www.irishrail.ie para consultar os horários e obter mais informações.

Cheque os dias e horários de funcionamento no site: https://www.kildarevillage.com/en/your-visit/

 

Bom Passeio e boas compras.

Campos de Tulipas – Holanda

Rota das flores

Se você, assim como eu ama tulipas, já deve ter ouvido falar na primavera Holandesa e já deve ter visto, nem que seja pela internet, aquelas plantações gigantescas, com milhões de tulipas de várias cores.

Pois bem, se você tem vontade de conhecer esses lugares, saiba que é mais fácil do que você imagina.

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A Holanda é conhecida carinhosamente como a “floricultura do mundo”. De meados de março até o final de maio, suas flores são cultivadas em grandes e coloridos campos, formando uma grande e colorida colcha de retalhos.

Visite a Holanda no mês de abril para ver as tulipas florescendo no alto da temporada, pegue um trem de Amsterdam para Den Helder e você atravessará toda a área de crescimento dos bolbos, do norte da província. Alugue uma bicicleta e passeie pela região, com certeza você terá lembranças incríveis deste momento.

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Keukenhof – O parque das flores

 

Outra dica para os amantes de tulipas é visitar o parque Keukenhof, um imenso parque botânico, situado em Lisse, a cerca de 35 quilômetros de Amsterdam.

Além das tulipas, são exibidas cerca de 7 milhões de flores, de várias espécies diferentes. Todos os anos o parque costuma receber cerca de 800 mil visitantes, um número absurdo, considerando que a população de Amsterdam tem pouco mais de 805 habitantes, que o parque abre somente durante a primavera e que a curtíssima temporada de tulipas dura poucas semanas.

Para quem deseja ter um dia mais que especial, a dica é combinar o passeio com a Parada das Flores, que acontece em abril. Durante a festa, carros alegóricos decorados com flores percorrem um trajeto entre as cidades de Noordwijk e Haarlem e passam pelo Keukenhof.

Você também pode alugar uma bicicleta, no estacionamento, perto da entrada principal do parque e visitar os arredores. Existem vários campos de tulipas na região e o próprio parque sinaliza 4 rotas diferentes, variando de 5 a 25 quilômetros, para você seguir.

Também existe a opção de fazer um passeio de barco, que dura em média 45 minutos e você poderá admirar os campos de tulipas sentadinho e confortável, os ingressos são vendidos no próprio parque Keukenhof.

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Qual a melhor época para visitar o parque?

 

Essa é uma ótima pergunta!

Muitas pessoas dizem que a melhor época para visitas é na segunda semana de abril, mas tudo depende do clima e a mãe natureza é quem manda. Portanto, consulte a previsão do tempo, quanto mais sol e temperaturas elevadas, mais chances você terá de encontrar o parque bem florido.

O Parque também depende do clima para abrir, portanto, fique atento as datas para que possa conciliar o período que estará na Holanda com a visita ao parque.

O Parque funciona das 8hs às 19hs30. O guichê de ingresso fecha as 18hs, para comprar os ingressos, acesse o link do site oficial aqui.

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Como Chegar

 

 Transporte público

A forma mais fácil de chegar ao parque utilizando o transporte público é através do ônibus que sai do aeroporto, por isso você deve ir até o aeroporto de Amsterdam (Schiphol) e seguir em direção ao Arrivals 4. Observe as sinalizações indicando Bus Station e pegue o ônibus número 858, da companhia Conexxion.

 

Carro

Para quem pretende alugar um carro também é muito fácil. Keukenhof está localizado entre Amsterdam e Haia (Den Haag) e você pode utilizar as estradas A4 (saída de Nieuw-Vennep) ou A44 (Saída 3, Lisse). A estrada é bem sinalizada e o parque conta com um grande estacionamento.

 

Aproveite ao máximo e nos conte como foi a sua experiência.

 

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Doei! (Tchau em holandês) 🙂

 

 

Transporte público do Aeroporto Ben Gurion para Jerusalém

Confesso que acho graça ao ver a cara de espanto das pessoas, quando digo que usei transporte público em Israel. Acho graça porque sei que é simples e seguro, ou pelo menos, foi! rs

Mas vamos ao que interessa 🙂

Como chegar em Jerusalem, partindo do Aeroporto Ben Gurion – Tel Aviv

 

Pelo que me informei no próprio aeroporto, pelo menos até abril de 2015, não existia um único transporte público que levasse as pessoas do aeroporto Ben Gurion direto para Jerusalém, então decidi pegar 2 ônibus para concluir este trajeto, que dura em média uma hora e trinta minutos.

Estando no aerpoporto Ben Gurion, vá ao terminal rodoviário e procure pelo ônibus número 5x, mas antes, repare o quanto este aeroporto é bonito e agradável. 🙂

Quando cheguei, fiquei surpresa com o número de pessoas aguardando seus entes queridos, com bexigas nas mãos, quando olhei para o teto, tinham várias soltas no ar.

Isso me fez sentir tão bem vinda, não imaginava que gostaria tanto de ter visitado um lugar como Israel, essa viagem foi um presente. 🙂

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Aeroporto Ben Gurion – Tel Aviv

Voltando a nossa viagem… Vá ao terminal de ônibus e procure pelo de número 5x.

Ao comprar a sua passagem, avise que terá como destino a cidade de Jerusalém, neste caso, eu comprei apenas um bilhete para todo o trajeto.

 

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Este será o percurso:

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A linha verde você fará com o ônibus 5x. Depois irá atravessar a rua para pegar o ônibus número 947, onde finalizará o percuso da linha azul, que está no mapa.

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Pegando o ônibus número 947, você irá até o ponto final, que fica na rodoviária (Jerusalém Central Bus Station). A partir dali, você conseguirá ônibus e trens para qualquer lugar. Se quiser visitar a cidade velha de Jerusalém, pegue um trem na saída da rodoviária, no sentido estação City Hall.

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Fácil não?!

Segue o link do serviço de transporte público de Israel, para consulta dos destinos e horários: www.bus.co.il/otobusimmvc/en

Peça ajuda ao motorista do ônibus e até mesmo aos soldados do exército de Israel (você verá muitos). Todos estão acostumados a receber turistas e foram muito gentis.

Agora é só fazer as malas e partir!

Boa Viagem! 🙂

História das Tulipas na Holanda

As Tulipas na Holanda

 

As tulipas foram trazidas para a Holanda no século XVI, pelo Império Otomano (atual Turquia). Em 1592, Charles de l’Écluse, também conhecido como Carolus Clusius, recebeu alguns bulbos enviados por Ogier de Busbacq e criou mudas de tulipas capazes de tolerar as ásperas condições climáticas dos Países Baixos. Suas tulipas eram usadas para fins medicinais e na decoração de seu jardim mas, por se tratar de uma planta rara, seus bulbos eram constantemente roubados para serem comercializados. Reza a lenda de que foi assim que essa flor curvilínea e colorida cresceu junto com a “Era de Ouro da Holanda” ou “tulipomania”: Uma louca mania por tulipas que afetou todo o país.

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No início do século XVII, as tulipas já eram consideradas um símbolo de status na Holanda, mudas especiais recebiam denominações exóticas. As mais espetaculares e altamente desejadas tinham cores vividas, linhas e pétalas flamejantes, quanto mais rara a tulipa, mais valiosa ela era considerada. Essa moda foi tão forte que os preços chegaram a aumentas 20 vezes em um único mês. As tulipas eram consideradas tão valiosas que pessoas de todas as classes vendiam propriedades e trocavam os seus bens por um simples bulbo.

“Em 1623, um simples bulbo de uma variedade famosa de tulipa poderia custar muitos milhares de florins neerlandeses; Tulipas foram trocadas por terras, animais valiosos. Algumas variedades podiam custar mais que uma casa em Amsterdã. Dizia-se que um bom negociador de tulipas conseguia ganhar seis mil florins por mês, quando a renda média anual, à época, era de 150 florins. Um bulbo de tulipa passou a ser vendido pelo preço equivalente a 24 toneladas de trigo. Por volta de 1635, a venda de 40 bulbos por 100.000 florins foi um recorde. Para efeito de comparação, uma tonelada de manteiga custava algo em torno de 100 florins e oito porcos graúdos custavam 240 florins. O recorde foi a venda de um dos mais famosos bulbos, o Semper Augustus, por 6.000 florins, em Haanlem.” (Wikipedia)

 

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A principal dificuldade deste mercado é que as tulipas, após serem plantadas, não florescem antes dos 7 anos e quando sua floração finalmente ocorre, dura uma semana, entre os meses de abril e maio. Com os bulbos aparecendo somente entre junho e setembro, suas vendas eram limitadas a uma temporada fixa e isso impedia que fossem comercializadas o ano inteiro. Para contornar este problema, em meados de 1630, os especuladores passaram a vender contratos futuros de tulipas, onde vendiam os bulbos das tulipas que tinham acabado de plantar ou que ainda intencionavam plantar.

Ao assinar um contrato futuro, o comprador assumia a obrigação de comprar determinada tulipa no final da temporada e assim, como as próprias tulipas, os contratos passaram a ser negociados, iniciando o primeiro mercado de derivativos do mundo, que na época, era chamado de windhandel “negócio de vento”.

Em 1636 este mercado era tão visado que as tulipas passaram a serem negociadas na Bolsa de Amsterdam, Leydem, Hoorn, Rotterdam, Alkmar e Haarlem entre outras cidades do país e, chegou até a fazer pequenas incursões em Londres e Paris.

Mas no inverno de 1637, em Haalem um comprador não honrou o seu contrato e gerou um pânico que fez com que, em questão de dias, os preços das tulipas caíssem para um centésimo do seu valor de mercado: A bolha estourou.

Muitas pessoas que haviam dado tudo o que tinham por um valioso bulbo, agora se encontravam apenas com uma planta de jardim, sem nenhum valor de mercado.

Ao ver a desvalorização das plantas, compradores decidiam não honrar os contratos, levando muitos vendedores à falência. O governo tentou apaziguar a situação, fazendo a oferta de honrar 10% do valor original dos contratos, o que só fez com que o mercado despencasse ainda mais.

Tentativas de resolver a situação fracassaram. Os juízes consideraram os débitos como contratados através de especulação e portanto, sem corroboração legal.

Versões menores da “tulipomania” também ocorreram em outras partes da Europa, entretanto não alcançaram a dimensão da que ocorreu nos Países Baixos.

“Na Inglaterra de 1800, era comum pagar cinqüenta guinéus por um único bulbo de tulipa. Esta soma poderia manter um trabalhador e sua família com comida, roupa e aluguel por seis meses.” (Wikipedia)

 

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A crise das tulipas foi a primeira bolha especulativa conhecida, que deu início a uma depressão econômica que durou vários anos e gerou uma considerável desconfiança a investimentos especulativos por parte dos holandeses.

Hoje a Holanda ainda é conhecida por suas tulipas e outras flores, sendo chamada carinhosamente de “floricultura do mundo”. As flores são cultivadas em grandes e coloridos campos, e há vários festivais de tulipas em todo o país na primavera.

Popeye Village em Malta

Quem nunca assistiu um desenho do marinheiro Popeye na vida? E quem nunca foi enganado pela mãe, que costumava dizer que se você comesse espinafre, ficaria forte como o marinheiro?

É um presente poder lembrar esses momentos da nossa infância. 🙂

O Popeye surgiu pela primeira vez, em banda desenhada, em 1929. Os desenhos animados foram um sucesso nos anos 60 e até hoje, são vistos por todo o mundo.

Quando comecei a pesquisar sobre Malta, não fazia idéia de que lá existisse a Vila do Popeye.

 

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Também conhecida como Sweethaven Village, a Popeye Village está localizada em Anchor Bay, no canto noroeste do Mediterrâneo da Ilha de Malta, a duas milhas de Mellieha.

Sendo um dos principais pontos turísticos de Malta, Popeye Village é um lugar imperdível. Ainda mais se você estiver com crianças. 🙂

A Villa foi construída em 1979, para ser o set de filmagens do Filme Popeye (1980), produzido pela Paramount Pictures, em parceria com Walt Disney Productions e protagonizado por Robin Williams.

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O filme foi um fracasso de bilheteria, mas a vila de pescadores, com aquelas casinhas coloridas, de madeira, tornou-se algo único na região. E o cenário fica ainda mais incrível por conta da água translúcida do mar mediterrâneo.

 

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Algumas atividades são oferecidas de acordo com as respetivas estações do ano, tais como: No verão, trampolins de água, piscina para brincadeiras e passeios de barco. E no inverno, conta com uma cidade brinquedo do Papai Noel e um desfile de Natal.

“Tem degustação de vinhos para os adultos…. muito bom! 🙂 rs”

Para mais informações acesse o site do Popeye Village: http://www.popeyemalta.com/

Como chegar

 

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 – Carro alugado

Conduza até Mellieha e siga os sinais até Anchor Bay e Popeye Village. (A estrada é bem sinalizada).

– Transporte público

Pegue um ônibus e desça no ponto Skrajda, em Mellieah Bay. No ponto Skrajda passam os ônibus de número: 101, 102, 221, 222, 237 e N11.

Atravesse a Rua e pegue o ônibus número 441 – Das 10hs às 16hs, de duas em duas horas no inverno e, constantemente no verão.

“Se precisar de ajuda, peça ao motorista. Todos foram muito educados e solícitos comigo.”

Para mais informações acesse: http://www.publictransport.com.mt/home?l=1

Ahhhhh eu já estava me esquecendo…

Se possível, fique mais um pouquinho e assista o pôr do sol. É maravilhoso <3

por do sol

 

Fique com um pouquinho do filme Popeye:

Boa viagem e até a próxima 🙂